(sub-titulo: O escritor)
Eu era só novidade...
Eu era só novidade...
Vi em mim, minha cidade
meu ser, era o estar ali...
meu ser, era estar... e fim.
Mas eu que me escrevi
Nestas linhas imaturas
Nem sequer eu as li
Nem sequer senti tuas fraturas
Porque aquilo era eu...
No fundo do fundo da minha alma
Lavada do desejo de não ser eu ali...
Mas estava sorrindo a todos dali...
Era eu sim... o escritor
Era eu sim... aquela dor
Era eu... todo fogo que arde
Toda a essência que invade ...
Era eu... naquele dia,
naquele minuto preciso...
Com aquele livro...
Guardando em mim, mais um ser... vivo!
Um comentário:
O que dizer! Poema maravilhoso! Dedicado a mim? Acho que não mereço. Mas agradeço. Agradeço a arte do encontro (que a vida proporciona) por ter te conhecido.
Beijos,
Marcelo Nocelli
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