Então com uma cara de "Quê" eu fiquei, parada ali, sem saber, o "porque" do "prá que" que tudo tinha se desenhado, com aqueles tipos de tintas e pincéis.... e aquela tela... em branco.... como a me pedir uma ação.... e eu ali, com aquele "Quê", que não me dixava nem ir nem vir... nem voltar nem sair, tentar nem resistir.... Então, como aquele espaço imenso entre "eu e eu" fiquei... nem cantei, nem dançei, nem respirei... percebi então aquilo que eu mais comumente conhecia como vida, aquilo, havia se perdido... havia mesmo me ignorado, e eu estava num limbo, perdido do mundo, e em mim, encontrado.